segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Advertência: textos proibidos para estudantes.

Este Blog não ensina a filosofar, não vai explicar o que já foi explicado, ele não vai clarear nenhum trabalho de filósofos do presente, nem do passado, não vai explicar a história da filosofia, nem foi elaborado para estudantes.
Portanto, estudantes não são benvindos.
Este é um trabalho que pretende ser inédito, é uma outra forma de pensar, livre de idéias pré-concebidas, onde a desconstruçao terá lugar primordial. O título não foi escolhido para explicar e nem para confundir...mas para mostrar os paradoxos.
Desconstrução a nível de linguagem fica a cargo do leitor; divirta-se com ela, não é meu problema se o leitor quiser desconstruir o texto. Foi assim desde Platão. O rumo da linguagem escrita seguiu independente de quem a escreveu.

A priori pouco se pode fazer num mundo fechado, onde os filósofos contemporâneos contentam-se em reler os mestres da filosofia, sem acrescentar uma vírgula ao que já foi dito.

Para exemplificar a impossibilidade de depassar este vazio atual, cito Derrida, o qual debruçou-se sobre um grande tema, a desconstrução, sem nada acrescentar de novo à filosofia moderna. Suas teses sobre a desconstrução limitaram-se a desmembrar a retórica do texto. Ele, como outros filósofos contemporâneos, partiu do presuposto que "tudo já foi dito" e suas teses ficaram limitadas à impossibilidade de ir além do nada.

O que vou propor aqui é uma outra forma de desconstrução, é uma outra forma de pensar, como o título do Blog diz: vamos trabalhar com premissas aceitáveis em temporalidade casual, abandonando a lógica, mesmo quando as premissas parecerem lógicas.

Reafirmo que os textos aqui publicados não são permitidos para alunos de filosofia.